5 livros clássicos escritos por autoras Inglesas
- Giovanna Thomaz
- 18 de abr. de 2021
- 2 min de leitura
Atualizado: 17 de set. de 2021

5 romances que, na época de sua publicação, levavam pseudônimos. Hoje, essas mulheres que precisavam se esconder atrás de nomes fictícios entraram para o hall da literatura como grandes romancistas.
Emma, de Jane Austen:
Romance menos conhecido de Jane Austen, publicado anonimamente em dezembro de 1815. É um romance que retrata com humor a vida e os problemas da rica classe provinciana da Inglaterra Vitoriana. O romance impressiona pela atenção ao detalhe e pelas descrições meticulosas da vida na província - enquanto a pesonagem principal, Emma, apesar de muito astuta, luta para compreender os sentimentos dos outros tanto quanto os seus próprios.
O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Bronte:
Romance filho-único de Emily Brontë, publicado pela primeira vez em 1847 sob o pseudônimo de Ellis Bell. O livro é tido pela crítica como um dos maiores clássicos incontornáveis da história da literatura. Com uma história ao mesmo tempo inusitada e atroz, "O Morro dos Ventos Uivantes" se impõe como um romance com personagens cruéis, no qual a morte assombra, ao descrever as desventuras e os (des)amores de Catherine e Heathcliff.
Jane Eyre, de Charlotte Bronte:
Publicado em 16 de outubro de 1847 em Londres sob o pseudônimo de Currer Bell. O sucesso do livro foi imediato e até hoje ele encanta leitores no mundo todo - um verdadeiro clássico atemporal. A história, narrada na primeira pessoa, se apresenta como a autobiografia ficcional da personagem principal, Jane, que acompanhamos da infância à vida adulta. Observamos através da delicada escrita de Charlotte os processos de crescimento e amadurecimento da personagem que, ao longo do tempo, será confrontada com dilemas éticos e morais - e deverá tomar decisões importantes.
Frankenstein, de Mary Shelley:
Romance epistolar publicado anonimamente em 1º de janeiro de 1818 por Mary Shelley. O livro relata a criação por um jovem cientista suíço, Victor Frankenstein, de um ser vivo montado com partes de carne morta. Horrorizado com o aspecto hediondo do ser a quem deu à luz, Frankenstein abandona seu "monstro". Mas este último, dotado de inteligência, decide se vingar.
Desde a sua publicação, Frankenstein deu origem a muitas adaptações, tanto para a cena do teatro como para o cinema e a televisão e os personagens criados por Shelley permanecem marcos inesquecíveis da literatura.
Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf:
Mrs. Dalloway é um romance de Virginia Woolf, publicado em 1925, que descreve a vida de uma mulher da alta sociedade na Inglaterra após a Primeira Guerra Mundial. A história se passa em um dia da vida de Clarissa Dalloway - mas longe de se concentrar neste único personagem, Virginia Woolf oferece um afresco da cidade de Londres e seus habitantes. O livro é considerado um marco por trazer o estilo de escrita do "fluxo de consciência" a um novo patamar. A narração passeia pelo futuro e pelo passado, dentro e fora da mente dos personagens para construir uma imagem da vida de Clarissa e da sua estrutura social do período entreguerras.
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